Existir é poesia
infinda
Com ritmo que não
se imita
Às vezes, triste
nem sempre descontente
Quase nunca atenta
Muitas vezes nem se entende
Que vida!
Cada qual que se permita
escrever-se sua própria
Rima
Existir é poesia
infinda
Com ritmo que não
se imita
Às vezes, triste
nem sempre descontente
Quase nunca atenta
Muitas vezes nem se entende
Que vida!
Cada qual que se permita
escrever-se sua própria
Rima